Nascido em Marília, SP, em 1933, desde a juventude teve participação ativa em movimentos políticos e sociais. Destacou-se principalmente nas lutas da resistência à ditadura militar.
Iniciou sua carreira parlamentar como vereador na Câmara Municipal de São Paulo, em 1975, pelo MDB (Movimento Democrático Brasileiro) e já no ano seguinte foi escolhido pela Associação dos Jornalistas Credenciados da Câmara como o vereador mais atuante.
Eleito deputado estadual em 1978, pelo mesmo partido, exerceu dois mandatos consecutivos (1979 a 1986). Com a redemocratização do País, teve atuação destacada na organização do Partido Comunista Brasileiro (PCB), integrando a Comissão Executiva Nacional e, depois (1987 a 1989), a presidência do Diretório Estadual de São Paulo.
Entre outros cargos executivos, foi secretário da Fazenda de Osasco de 1977 a 1979 e diretor administrativo e financeiro da Fundação Seade.
Formado em Estudos Sociais, Antonio Rezk publicou vários livros, entre os quais "A cidade" (1989) e "A revolução do homem" (2002). Foi o fundador, em 1992, juntamente com um grupo de intelectuais de São Paulo, do MHD — Movimento Humanismo e Democracia, do qual era o coordenador nacional. Também foi um dos fundadores do IPSO — Instituto de Pesquisas e Projetos Sociais e Tecnológicos, que presidia. Era também vice-presidente da UBE — União Brasileira de Escritores e do Instituto Astrogildo Pereira, além de membro do conselho editorial da revista "Novos Rumos".
Temos, com esta obra de Antônio Rezk, a concretização de uma verdadeira Antropologia Política, das mais originais e objetivas, fruto ao mesmo tempo de experiência e de reflexão. O trabalho apresenta o poder da abstração de um estudioso, associado ao pragmatismo político de um militante. Dirige-se a historiadores e políticos, jornalistas e escritores, curiosos e especialistas. O leitor irá se surpreender na obra a conjunção ótima entre a informação histórica e a investigação sociológica, ambas dinamizadas pela crítica social e pela proposta de um novo modelo de organização da sociedade. A Guerra do Brasil
Coletânea de vários autores, como Luís Gonzaga Belluzzo, Antônio Rezk, Levi Bucalem Ferrari etc. Por que A Guerra do Brasil? Na explicação oferecida por Fábio Lucas na apresentação, o título reflete a percepção de que o Brasil está passando por um novo processo de conquista da sua economia e da sua territorialidade, no qual se confrontam interesses nacionais e interesses estrangeiros representados pelas corporações transnacionais.
Livro à venda na Livraria Cultura e na Livraria Saraiva.